Escolas da Europa e da Amazônia que aprendem juntas
Rede de Escolas Guardiãs da Amazônia. Desde 2016 conectamos salas de aula, professores e comunidades indígenas do vale do Juruá com escolas europeias.
- 10 anosde trabalho conjunto (2016-2026)
- 9escolas europeias
- 1escola indígena na Amazônia
- +2.000alunos e alunas
- 200estudantes na Amazônia (2025)
- 22educadores indígenas formados
Conectamos escolas indígenas da Amazônia com escolas europeias: intercâmbios entre salas de aula, formação de professores, oficinas e materiais pedagógicos feitos com as próprias comunidades.
Não levamos um modelo de um lugar para outro: fazemos o conhecimento circular nos dois sentidos.
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Além de promover intercâmbios e criar laços entre alunos e professores, elaboramos projetos educacionais, ministramos formações e criamos nossos próprios materiais pedagógicos em diversos formatos. Esses recursos podem ser elaborados por nossa equipe, por profissionais colaboradores, pelos professores participantes ou em conjunto com as comunidades indígenas, respeitando suas decisões, conhecimentos e formas de representação.
Trabalhamos para integrar a interculturalidade, os direitos coletivos, a justiça climática, as línguas, a memória, o território e o uso ético da tecnologia aos processos educacionais.
Com tudo isso, construímos uma rede educacional baseada na aprendizagem mútua, no respeito cultural, na cooperação horizontal e no cuidado com a vida.
Conexão global entre o Norte e o Sul
Rede de Escolas Guardiãs da Amazônia

Realidades educacionais, aprendizados compartilhados
Na Amazônia, as escolas indígenas combinam o ensino formal com a transmissão de línguas, memória, cultura, relação com a natureza e organização comunitária. Sua atuação atende à realidade e às prioridades de cada comunidade, unindo gerações, território e novas ferramentas educacionais.
Muitas desempenham essa função em contextos de isolamento territorial, dificuldades de acesso e conectividade, falta de recursos pedagógicos contextualizados e poucas oportunidades de formação continuada para o corpo docente. Em algumas aldeias quase não há escola, ou há um único professor ou professora para todas as idades, e para continuar estudando é preciso sair da comunidade.
Na Catalunha e em outros lugares da Europa, as escolas também enfrentam o desafio de educar em um mundo interdependente. O intercâmbio permite que alunos e professores abordem temas como direitos coletivos, interculturalidade, justiça global, biodiversidade, preconceitos e nossa relação com a natureza, a tecnologia e a comunidade.

Rede de Escolas Guardiãs da Amazônia
A Rede estabelece vínculos entre alunos, professores, escolas indígenas da Amazônia e instituições de ensino da Europa. Seu trabalho combina formação de professores, oficinas com os alunos, videoconferências, intercâmbios e a criação de materiais pedagógicos próprios e compartilhados.
Cada colaboração se adapta às prioridades e ao contexto das escolas e comunidades participantes. Não se trata de transferir um modelo educacional ou uma visão única de um território para outro, mas de facilitar que conhecimentos, experiências e questionamentos circulem nos dois sentidos.
Escolas catalãs
Escolas amazônicas
Uma trajetória construída desde 2016
O projeto educacional teve início em 2017 com a colaboração entre a Escola Ixubãy Rabuī Puyanawa e diversas instituições de ensino da Catalunha. A partir dessa parceria, foram desenvolvidas atividades com alunos e professores, intercâmbios escolares, materiais pedagógicos e, posteriormente, processos de formação de professores e uso da tecnologia na educação.
A colaboração com o povo Puyanawa continua e abre uma nova etapa de extensão para a comunidade Nukini e para a Escola Estadual Rural Indígena Pedro Antônio de Oliveira. Esse processo se desenvolve de forma progressiva, atendendo às prioridades, decisões e realidade educacional da própria comunidade.
Puyanawa
Nukini
Para a sua escola
Três portas de entrada para as escolas: oficinas na sala de aula, fazer parte da Rede e materiais prontos para usar.
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Oficinas
Cinco oficinas para o ensino fundamental e médio: Amazônia e natureza, interculturalidade, meio ambiente e uso das telas.
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Vincular minha escola
Fazer parte da Rede como escola Guardiã: um compromisso da escola com a Amazônia e os povos indígenas, com intercâmbios e videoconferências com escolas amazônicas, projetos compartilhados, oficinas e acompanhamento durante o ano letivo.
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Materiais
O livro «Els Puyanawa i l’Eruga de colors – Hêda Cêkaya», o jogo de cartas, a exposição, os materiais dos professores indígenas e muito mais, em coprodução com as comunidades e as escolas.
Além da sala de aula
A exposição «Povo Puyanawa», o livro ilustrado, o disco do povo Puyanawa e o documentário em andamento nasceram do mesmo vínculo que sustenta a Rede.
“A Amazônia abriga mais de 400 povos indígenas e cerca de 2,2 milhões de pessoas indígenas, com uma extraordinária diversidade de línguas, conhecimentos, culturas e formas de relação com o território.”Science Panel for the Amazon · Amazon Assessment Report 2021
Falaram de nós
- TV3 · InfoK
- El Periódico
- Canal Reus TV
- Ràdio Molins de Rei
- Ràdio Castanyer
- Eutopías
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