Campanha «A Rede cresce com você» · Sem data de encerramento
Cinquenta pessoas neste ano letivo. Cem em 2028.
Meta deste ano letivo: 50 colaboradores mensais. A meta do plano estratégico para 2028 é de 100.
A conta é simples e explicamos ela inteira:
50 pessoas × 15 € por mês ≈ 9.000 € por ano
15 € é o plano Tucano, o intermediário dos quatro, e serve como média orientativa. Quando chegarmos às 100 pessoas que o plano prevê para 2028, serão cerca de 18.000 € por ano. Você pode escolher o plano que combina com você.
O importante não é o número exato, e sim ter todo mês uma base com que planejar o ano letivo: saber que as oficinas, as videoconferências e o acompanhamento às escolas não dependem de uma subvenção específica chegar ou não. Com 18.000 € por ano é possível sustentar uma coordenação em tempo parcial, que é o primeiro passo do plano estratégico da associação.
As contribuições mensais não substituem o trabalho voluntário, que continuará sendo o coração do projeto: servem para cobrir o que o voluntariado não pode cobrir (conectividade, materiais, deslocamentos e uma coordenação estável).
E dizemos até onde chega esta campanha: as 50 pessoas deste ano são o primeiro degrau, e as 100 de 2028 o segundo. Para que a associação, a Rede de Escolas e a EiAmazonia funcionem bem —com coordenação, comunicação, materiais e capacidade de responder às escolas—, o nosso plano estratégico calcula entre 39.000 € e 83.000 € por ano, somando pessoas colaboradoras, subvenções, oficinas e convênios. Esta campanha não resolve tudo, e preferimos dizer isso a prometer demais.
O caminho: 50 neste ano, 100 em 2028
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10Primeiras pessoas
O primeiro chão firme
Com as dez primeiras contribuições deixamos de começar cada ano do zero e podemos planejar as primeiras atividades sem esperar um edital.
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25Colaboradores
Oficinas e videoconferências
Preparar e acompanhar as oficinas nas escolas catalãs e as videoconferências interculturais com a Escola Ixubãy Rabuī Puyanawa, como as que já fizemos com a Escola El Palau e a Escola Sant Cristòfor.
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50Colaboradores
A meta deste ano letivo
Sustentar durante todo o ano a formação dos educadores indígenas e os materiais pedagógicos que eles mesmos elaboram, em vez de fazê-lo por etapas soltas. É o objetivo do plano estratégico para este primeiro ano.
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100Em 2028
A Rede inteira, o ano todo
Rede de Escolas e oficinas, extensão ao povo Nukini e uma coordenação estável, com menos dependência das subvenções. É a meta que o plano estratégico situa em 2028.
Os marcos indicam prioridades, não preços fechados: todas as contribuições vão para o conjunto do projeto e são prestadas contas nos relatórios.
Por que é necessário
A Rede de Escolas Guardiãs da Amazônia não é uma troca de cartas entre escolas distantes. É uma comunidade educativa que trabalha ao mesmo tempo no vale do Juruá e na Catalunha: escolas indígenas que ensinam em sua língua e defendem seu território, e escolas daqui que aprendem com elas. Em dez anos formamos professores indígenas, levamos conexão e equipamentos a salas de aula da Amazônia, sentamos crianças de dois continentes para conversar cara a cara e chegamos a mais de 2.000 alunos e alunas na Catalunha. Só em 2025, 22 educadores e 200 estudantes da Escola Ixubãy Rabuī Puyanawa.
E tudo isso se sustenta com trabalho voluntário e com subvenções que precisam ser pedidas de novo a cada ano. Desde 2016 crescemos à base de editais: cada projeto é apresentado, espera-se o resultado e, se vier, é executado em alguns meses determinados.
Esse modelo permitiu fazer coisas muito valiosas, mas tem um limite claro: o que é contínuo —acompanhar um grupo de professores, preparar uma oficina, manter uma videoconferência entre duas escolas a 8.000 km— não cabe em um calendário de subvenções. Quando um projeto acaba, o vínculo continua ali, mas os meios para cuidar dele não.
Até aqui chegamos com subvenções do Fons Català de Cooperació al Desenvolupament e de prefeituras como Molins de Rei, Begues e Sant Feliu de Llobregat, com doações pontuais —incluindo as de alunos que arrecadaram fundos por conta própria— e com as contribuições das pessoas fundadoras. E, sobretudo, com muitíssimo trabalho voluntário: a equipe, a diretoria, os professores da Catalunha e da Amazônia e as pessoas que colaboram de casa. Graças a elas existe tudo o que você vê neste site.
O que é pago e o que não é. Quando há um projeto financiado, paga-se o que esse projeto permite pagar: as oficinas, as formações, os serviços técnicos. O que quase nunca tem financiamento é o trabalho que mantém a organização de pé: coordenar, escrever e prestar contas dos projetos, comunicar, preparar materiais, atender às escolas e sustentar a plataforma educativa. São centenas de horas por ano feitas hoje de forma voluntária, com pouquíssimas pessoas disponíveis.
Não contamos isso como uma queixa, e sim como o que é: o principal risco da entidade. Está escrito assim no nosso Plano Estratégico de Sustentabilidade Econômica 2026-2029, que aponta a dependência do trabalho voluntário para as tarefas contínuas e propõe uma saída clara: profissionalizar aos poucos a organização, começando por remunerar a coordenação. Não buscamos uma estrutura grande, e sim uma estrutura mínima, estável e transparente que dê continuidade ao que já funciona.
Uma base de pessoas que contribuem todo mês é o que torna isso possível: é pequena, é previsível e é nossa. Por isso pedimos ajuda para começá-la.
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A educação indígena no Brasil
A lei brasileira reconhece desde 1988 uma escola indígena própria, bilíngue e intercultural. Na prática, a maioria dessas escolas não tem conexão à internet, muitas só vão até os primeiros anos —para continuar estudando é preciso sair da aldeia— e boa parte dos professores indígenas trabalha com contratos temporários, salários baixos e pagamentos atrasados: dão aula na própria língua e na própria comunidade, mas sem a estabilidade nem o salário que o restante do magistério tem.
Censo Escolar (INEP)
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Internet que chega de uma vez
Em muito pouco tempo, as antenas por satélite levaram internet a aldeias que nunca tiveram cobertura. Traz coisas boas —avisar de uma emergência, denunciar uma invasão, estudar a distância— e também problemas que ninguém preparou: crianças diante de conteúdos que não deveriam ver, horas grudadas nas redes, golpes, e menos tempo para a língua, o trabalho coletivo e a vida em comum.
Por isso nosso trabalho não é levar aparelhos: é acompanhar as escolas para que sejam elas a decidir como usá-los.
Alfabetização digital crítica · Relatórios sobre a chegada da internet por satélite à Amazônia (2023-2024)
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Justiça climática
A Amazônia já perdeu cerca de um quinto de sua floresta, e os cientistas alertam que não resta muita margem antes de uma mudança sem volta. As terras indígenas são, de longe, as mais bem conservadas. Quem menos contribuiu para a mudança climática é quem primeiro sofre com ela.
MapBiomas · RAISG · IPCC
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Cidadania global
Uma turma da Catalunha e uma escola do rio Juruá aprendem juntas, se escrevem e se veem ao vivo. Não é ajuda de uns para os outros: é intercâmbio. Daí saem alunos que entendem que o que acontece na Amazônia também acontece com eles.
Meta 4.7 dos ODS · Educação para a cidadania global
Para onde vai o que você contribui
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1 · Rede de Escolas e oficinas
O que já funciona, que continue funcionando
Oficinas nas escolas, materiais pedagógicos, intercâmbios e videoconferências entre os alunos da Catalunha e os da Amazônia.
- Na Catalunha, 2024-2026: 12 atividades, 4 escolas, 140 crianças com participação direta e mais de 180 famílias alcançadas.
- Desde 2016: 9 escolas catalãs e mais de 2.000 alunos (más de 800 em atividades diretas e mais de 1.200 em eventos abertos).
- Na Amazônia, 2025: 52 horas de formação en 3 módulos para 22 educadores da Escola Ixubãy Rabuī Puyanawa, com 200 estudantes beneficiados de forma indireta.
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2 · Extensão ao povo Nukini
Uma segunda comunidade, em 2026
A experiência do projeto piloto com o povo Puyanawa se estende à Escola Estadual Rural Indígena Pedro Antônio de Oliveira, da comunidade Nukini, sempre segundo as prioridades que cada comunidade definir.
- Primeiros encontros e formação com os professores nukini já realizados.
- Em paralelo, a fase 2 na escola puyanawa: tutorias para 3 projetos liderados por professores indígenas (dicionário da língua puyanawa, biblioteca digital de materiais indígenas e um terceiro projeto do grupo 3).
- Depois da fase 1, 70 % dos educadores já conta com inclusão digital básica e acesso a serviços essenciais como o portal gov.br.
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3 · Estrutura e continuidade
Coordenação, equipe e gestão
A parte menos vistosa e mais necessária: alguém que coordene, que prepare os encontros, que responda às escolas, que mantenha a plataforma educativa e que preste contas.
- Coordenação do trabalho entre a Catalunha e o Acre, com seis horas de diferença e conexão intermitente.
- Conectividade, materiais e deslocamentos: justamente o que o trabalho voluntário não pode cobrir, por mais boa vontade que se tenha.
- Menos dependência das subvenções públicas e mais autonomia para decidir junto com as comunidades, sem esperar um edital.
O que muda se chegarmos a 50
Que possamos dizer sim quando uma escola nos escreve em novembro e não no mês em que o projeto estava previsto. Que um grupo de professores indígenas que aprendeu a fazer videoconferências possa continuar fazendo no ano seguinte. Que o material preparado pelos próprios professores seja impresso e chegue às salas de aula.
Também significa poder planejar com as comunidades com dois ou três anos de antecedência em vez de ir de edital em edital, e poder nos apresentar a instituições e empresas com uma base social própria por trás.
Não prometemos mais do que podemos cumprir: não vamos construir escolas nem resolver a situação da Amazônia. O que fazemos é mais modesto e muito concreto: acompanhar um grupo de escolas, em dois territórios, de forma contínua e contando tudo.
Para onde vamos
Estamos fechando alianças com organizações indígenas do Acre (Brasil) para poder ampliar o trabalho no ano que vem e levar nossos projetos a outros povos do vale do Juruá, além dos Puyanawa e dos Nukini. Cada ampliação é decidida com as comunidades e no ritmo delas: primeiro o acordo, depois o projeto.
Ao mesmo tempo estamos solicitando a inscrição na Agència Catalana de Cooperació al Desenvolupament e na Agencia Española de Cooperación Internacional para el Desarrollo. Esse reconhecimento nos abre a porta a editais públicos de cooperação aos quais hoje não podemos concorrer.
Queremos, além disso, solicitar a declaração de utilidade pública, o reconhecimento oficial concedido às associações de interesse geral que funcionam há anos e que prestam contas com transparência. É um caminho longo e com requisitos exigentes —anos de atividade, contas em dia e relatório financeiro—, e por isso dizemos o que é: um objetivo, não algo já conquistado. Se algum dia for concedido, as contribuições passariam a ser dedutíveis no imposto de renda espanhol; até lá, não são.
As duas coisas precisam do mesmo: uma base estável de pessoas colaboradoras. Para assinar acordos e concorrer a editais é preciso demonstrar continuidade, poder viajar, acompanhar os processos e responder aos compromissos assumidos. É justamente isso que as contribuições mensais tornam possível.
Escolha sua contribuição mensal
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Plan Colibri
5 € por mês
60 € por ano. Uma contribuição pequena que, multiplicada, torna estável o que hoje é intermitente.
Participar ao plano Colibri (5 € por mês) -
Plan Tucano
15 € por mês
180 € por ano. É a média com que está calculada a meta desta campanha.
Participar ao plano Tucano (15 € por mês) -
Plan Guacamayo
25 € por mês
300 € por ano. Equivale ao que contribuiriam quase duas pessoas do plano Tucano.
Participar ao plano Guacamayo (25 € por mês) -
Plan Jaguar
50 € por mês
600 € por ano. É a contribuição de quem quer sustentar uma parte grande do ano letivo.
Participar ao plano Jaguar (50 € por mês)
O pagamento é feito com cartão na plataforma segura da HubSpot e você pode cancelar quando quiser escrevendo para info@eiamazonia.org. Você receberá um comprovante por e-mail a cada cobrança. A associação não é declarada de utilidade pública, então estas contribuições não dão direito a dedução fiscal: preferimos dizer isso com clareza.
Prefere uma doação única?
Você também pode fazer uma contribuição única, sem compromisso mensal. Ajuda do mesmo jeito, embora não traga a previsibilidade que esta campanha busca.
A doação com cartão (Stripe) abre em uma janela à parte e o PayPal conclui a doação na própria janela dele: nenhuma das duas permite incorporar totalmente o pagamento em outros sites.
Outras formas de participar
Se você não pode contribuir, compartilhe. Que esta campanha chegue a cem pessoas depende sobretudo de quem já nos conhece contar para outras. O texto já vai pronto: você só precisa escolher onde.
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Sua escola
Escolas de ensino fundamental e médio podem se vincular à Rede: oficinas, materiais, videoconferências e intercâmbios com escolas indígenas amazônicas.
Vincular uma escola -
Seu tempo
Educação, comunicação, tradução, design ou tecnologia: o voluntariado é, hoje, o que sustenta o projeto.
Ser voluntário/a -
Sua entidade ou sua empresa
Prefeituras, entidades e empresas podem apoiar a Rede com parcerias estáveis e nos ajudar a diversificar o financiamento.
Perguntas frequentes
Como é cobrada a contribuição mensal?
Com cartão, automaticamente todo mês, pela plataforma de pagamento da HubSpot (que usa Stripe). O pagamento é feito na página segura deles: nós não vemos nem guardamos o número do seu cartão.
A página de pagamento aparece no idioma do seu navegador. A primeira cobrança é feita ao se cadastrar e, a partir daí, uma vez por mês.
Posso cancelar ou mudar de plano quando quiser?
Sim. Escreva para info@eiamazonia.org e cancelamos sua contribuição ou mudamos de plano. Sem explicações, sem prazos e sem multas.
Você também pode nos escrever se quiser pausá-la por um tempo.
Que comprovante recebo? É dedutível?
Você receberá um comprovante por e-mail a cada cobrança e, no caso das contribuições mensais, uma fatura em PDF.
A Associació Guardians de l’Amazònia não é declarada de utilidade pública, então as contribuições não dão direito a dedução fiscal no imposto de renda espanhol. Preferimos dizer isso com clareza antes de você participar, e não depois.
Queremos sim pedir essa declaração de utilidade pública mais adiante. Se for concedida, avisaríamos todas as pessoas colaboradoras e a partir daí suas contribuições seriam dedutíveis.
Para onde vai exatamente o dinheiro?
Para três coisas, nesta ordem:
- Rede de Escolas e oficinas: oficinas nas escolas, materiais, intercâmbios e videoconferências entre a Catalunha e a Amazônia.
- Extensão ao povo Nukini, prevista para 2026, e continuidade do trabalho com a escola puyanawa.
- Estrutura e continuidade: coordenação, equipe, conectividade, deslocamentos e gestão.
Não há percentuais fixos por rubrica: as contribuições vão para o conjunto do projeto e são prestadas contas nos relatórios.
Como sei que é bem usado?
Publicamos o que fazemos e o que gastamos. Você pode ler no site o Relatório de atividades 2025 (projeto piloto com o povo Puyanawa) e o Relatório da Catalunha 2024-2026, além dos relatórios financeiros de cada projeto (disco, livro, documentário e exposição), com os números e as fontes de financiamento.
Estamos preparando também um relatório financeiro da associação, que será publicado em Memorias.
E se eu não puder contribuir com dinheiro?
Compartilhar a campanha ajuda de verdade, e é grátis. Você também pode colaborar como voluntário ou voluntária, vincular sua escola à Rede ou nos colocar em contato com uma entidade o una empresa que possa apoiar o projeto.
Quando termina a campanha?
Não tem data de encerramento. A meta deste ano letivo são 50 pessoas e a de 2028, 100; o contador desta página será atualizado. Cada vez que alcançarmos uma meta vamos contar e explicar o que vem depois.
Transparência
Quem somos, para que existimos e o que fizemos com cada euro: está tudo publicado e você pode ler antes de decidir.
A Associació Guardians de l’Amazònia (NIF G66796475, n.º de inscrição 58971) tem sede no Carrer Garrigues, 11 – 08859 Begues (Barcelona), e é a entidade que impulsiona a plataforma educativa EiAmazonia.




