Oficinas para escolas
As oficinas da Rede de Escolas Guardiãs da Amazônia aproximam os alunos da Amazônia como território vivo e dos povos indígenas como povos atuais, com língua, escola, memória e conhecimentos próprios. São realizadas na própria escola e podem ser trabalhadas de forma avulsa ou dentro de um projeto de sala de aula.
Este catálogo vai crescer. Vamos acrescentando novas oficinas e propostas à medida que forem preparadas. Se você procura algo específico para a sua escola, escreva para nós e avaliamos juntos.
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Fundamental · 3.º e 4.º ano
«Els Puyanawa i l’Eruga de colors – Hêda Cêkaya»: Amazônia, natureza e povos indígenas
Uma oficina vivencial a partir do livro de mesmo nome.
- Público3.º e 4.º ano do fundamental
- Duração1 h 30 min
- FormatoOficina vivencial na sala de aula
- ÁreasInterculturalidade · Natureza · Educação ecossocial
A oficina combina uma entrada sensorial —uma meditação breve com sons da floresta— com a narração da história, uma apresentação curta da Rede de Escolas Guardiãs da Amazônia, materiais e artesanato amazônico, uma dinâmica participativa e um encerramento corporal com canto ou dança puyanawa.
A atividade aproxima os alunos da Amazônia como território vivo e dos povos indígenas como povos atuais, com língua, escola, memória, conhecimentos e formas próprias de se relacionar com a natureza.
A oficina na Escola Sant Cristòfor de Begues. Objetivo geral
Aproximar os alunos da realidade dos povos indígenas amazônicos e de sua relação com a natureza, trabalhando a interculturalidade, o cuidado com os ecossistemas e a ideia de que fazemos parte de uma mesma rede de vida.
Ideias-chave
- Os Puyanawa são um povo indígena vivo da Amazônia, com história, língua, escola e comunidade.
- A floresta, os rios, os animais, as plantas e as pessoas fazem parte de uma rede de vida interdependente.
- Cuidar da natureza não é só protegê-la: é também percorrê-la, escutá-la, respeitá-la e nos sentirmos parte dela.
- Os ecossistemas próximos da escola também nos ajudam a encontrar calma, bem-estar e conexão com a vida.
- Muitas comunidades indígenas nos oferecem exemplos inspiradores de uma relação respeitosa e harmônica com o território, sem idealizar nem copiar seu modo de vida.
Como acontece
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Nos situamos no mapa
A atividade começa localizando a Catalunha, o Brasil e a Amazônia.
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Entrada sensorial
Os alunos fecham os olhos por alguns minutos e escutam sons da floresta para entrar no contexto.
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A história
É narrada «Els Puyanawa i l’Eruga de colors – Hêda Cêkaya», destacando a mensagem da lagarta: a vida está conectada e o que acontece em uma parte da rede afeta todas as outras.
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Quem somos: materiais e artesanato
É projetada uma apresentação breve sobre a Guardians de l’Amazònia e a Rede de Escolas Guardiãs da Amazônia. Os materiais e o artesanato são apresentados como elementos culturais com valor e significado.
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Dinâmica «O círculo que nos conecta»
São distribuídas cartelas com elementos da rede de vida: água, rio, árvore, semente, pássaro, inseto, terra, chuva, menina ou menino, mãe, avô ou avó, escola, língua, comunidade, montanha, bairro ou parque. O grupo se coloca em círculo e cada criança apresenta seu elemento com uma frase simples: «Eu sou a água e ajudo a…», «Eu sou a árvore e dou…».
A partir daí, quem conduz a oficina propõe conexões com movimento: quem precisa da água dá um passo à frente; quem depende das árvores levanta a cartela; quem ajuda a cuidar do bairro se junta no centro. Se quiser deixar mais visual, pode-se usar um barbante para unir alguns elementos, embora a dinâmica também funcione só com cartelas, corpo e palavra.
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Voltamos ao nosso entorno
«Que lugar do nosso município nos ajuda a respirar melhor, a caminhar com calma ou a nos sentirmos parte da natureza?». Assim a dinâmica não fica só na ideia de conservar, mas em uma experiência de pertencimento, bem-estar e responsabilidade.
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Encerramento: dança tradicional puyanawa
A oficina se encerra com uma dança tradicional puyanawa, como expressão de comunidade, memória e conexão com a natureza. Os alunos participam de forma simples e respeitosa, vivendo o ritmo e o movimento como uma maneira compartilhada de encerrar a atividade.
A ficha original não divide o tempo entre os diferentes momentos: indica uma duração total de 1 h 30 min.
Conexão com o entorno da escola
A oficina liga a mensagem da história a espaços naturais do próprio município. A ficha original foi preparada para Sant Boi de Llobregat, onde se trabalham a montanha de Sant Ramon e o Parc Forestal de Montbaig, a Vall de Santa Bàrbara, o riacho de Can Soler, o Anell Verd, o rio Llobregat, o Parc Agrari do Baix Llobregat e as zonas úmidas ligadas ao Delta do Llobregat.
A conexão local é proposta a partir da vivência: percorrer esses espaços, passear, observar animais e plantas, escutar os sons, respirar com calma e sentir que esses ecossistemas também cuidam de nós e nos ajudam a nos regular.
O que levamos
- Livro, apresentação visual e áudio com sons da floresta.
- Materiais e artesanato amazônico.
- Cartelas com os papéis da dinâmica.
- Opcional: barbante para visualizar as conexões.
O que a escola precisa ter
- Projetor ou tela.
- Áudio.
- Um espaço para fazer o círculo.
Resultado esperado
Os alunos terminam a oficina com uma vivência educativa que conecta a Amazônia ao seu próprio entorno. A proposta busca despertar curiosidade, respeito intercultural e uma relação mais sensível com a natureza: não só como um espaço a conservar, mas como uma rede de vida da qual fazemos parte e da qual dependemos.
Em alguns casos a oficina é gratuita para a escola (quando é financiada por uma prefeitura ou entidade); nos demais, consulte-nos.
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Fundamental · 5.º e 6.º ano
Interculturalidade, estereótipos e convivência. «Cultura, qui ets? i els Guardians de l’Amazònia»
Como podemos conhecer culturas e pessoas diversas sem reduzi-las a estereótipos nem criar boatos?
Cooperamos · Questionamos · Dialogamos · Esclarecemos · Comunicamos
- Público5.º e 6.º ano do fundamental
- Duração3 encontros e uma cápsula sonora final
- FormatoSequência didática
- MetodologiaTrabalho cooperativo · Debate argumentado · Jogo de cartas · Cápsula sonora
Uma sequência didática que trabalha a interculturalidade a partir do que os alunos já conhecem: objetos, palavras, imagens e contextos. Descobre-se, questiona-se, dialoga-se, esclarece-se e, no final, comunica-se.
Os três encontros
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Descobrir e questionar
- Exploramos a cápsula de cultura: objetos, palavras, imagens e contextos.
- Diferenciamos o que observamos, o que sabemos e o que interpretamos.
Material: a caixa de cultura. A ideia que guia o encontro: objetos, usos e contextos.
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Dialogar para conviver
- Preparamos um debate sobre interculturalidade.
- Escutamos argumentos e revisamos ideias.
- Evitamos falar de grupos como se todo mundo fosse igual.
Material: cartas de intercâmbio, identidade, cultura comum y convivência, e uma autoavaliação do debate com três critérios: argumentos, escuta e respeito. A ideia que guia o encontro: argumentar e escutar.
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Esclarecer boatos
- Quem conduz lê um boato.
- Os «guardiões» perguntam e checam.
- A mediadora amplia a informação.
Material: cartas de perguntas e cartas de evidências, com questões como «Que características tem?», «Que evidências temos?», «Que outras explicações são possíveis?» e «O que estamos dando como certo?». A ideia que guia o encontro: sabemos → interpretamos → supomos.
A infografia original não indica a duração de cada encontro.
Produto final: a cápsula sonora «Cultura, qui ets?»
Uma peça sonora criada pelos alunos para promover uma convivência empática, respeitosa e inclusiva.
O que aprendemos
- Descobrir
- Questionar
- Dialogar
- Esclarecer
- Comunicar
Cada pessoa é única por suas diferenças e sua personalidade. A diversidade cultural e linguística é uma riqueza.
Em alguns casos a oficina é gratuita para a escola (quando é financiada por uma prefeitura ou entidade); nos demais, consulte-nos.
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Fundamental II · 8.º e 9.º ano
Amazônia, tecnologia e cidadania global
Pequenas ações, grandes conexões.
Aprendemos · Dialogamos · Criamos · Transformamos
- Público8.º e 9.º ano
- Duração3 encontros de 1,5 hora
- FormatoSequência didática e Serviço Comunitário
- MetodologiaTrabalho em grupos · Intercâmbio com a comunidade Nukini · Produtos reais para a comunidade escolar
Uma sequência didática e de Serviço Comunitário para o 8.º e o 9.º ano, pensada para conectar realidades, gerar conhecimento e agir a partir do próprio entorno: justiça global desde a ação local.
Os três encontros
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Conhecer e preparar
1,5 hora
- Descobrimos a Amazônia e o povo Nukini.
- Refletimos sobre direitos humanos, justiça climática, consumo e tecnologia.
- Analisamos como usamos a tecnologia e que desafios e oportunidades ela gera.
- Nos organizamos em três grupos de trabalho e preparamos perguntas para o intercâmbio.
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Dialogar e desenvolver
1,5 hora
- Fazemos o intercâmbio com a comunidade Nukini (videoconferência ou vídeos e mensagens).
- Compartilhamos experiências, perguntas e olhares sobre o território, a escola, a tecnologia e os desafios globais.
- Trabalhamos em grupos com as informações recebidas e começamos a desenvolver nossos produtos.
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Criar e compartilhar
1,5 hora
- Finalizamos os produtos de cada grupo.
- Apresentamos para a turma e para a comunidade escolar.
- Compartilhamos os resultados com a comunidade Nukini.
- Encerramos o processo com uma reflexão sobre o que aprendemos e como podemos continuar agindo.
Os grupos de trabalho
Três olhares, um mesmo compromisso.
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Grupo 1
Decálogo de tecnologia responsável
Elaboramos dez recomendações junto com os jovens da comunidade Nukini para um uso responsável, ético e intercultural da tecnologia.
- Privacidade e dados pessoais
- Consentimento e imagens
- Uso crítico de redes sociais e IA
- Respeito cultural
- Impacto ambiental, entre outros
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Grupo 2
Seleção de ferramentas digitais gratuitas e úteis
Criamos um guia breve com ferramentas digitais que nos ajudem a aprender, comunicar e trabalhar de forma colaborativa.
- Ferramentas para apresentações, vídeo, design…
- Trabalho colaborativo
- Tradução e acessibilidade
- Inteligência artificial
- Ferramentas gratuitas e fáceis de usar
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Grupo 3
Divulgação da XEGA
Criamos uma peça de comunicação para explicar o que é a Rede de Escolas Guardiãs da Amazônia (XEGA) e o que traz o intercâmbio entre escolas da Catalunha e comunidades indígenas amazônicas.
- Vídeo, infografia, cartaz ou peça sonora
- Mensagens claras e sem estereótipos
- Com a voz dos jovens
Produto final
Um kit criado pelos alunos a serviço da comunidade escolar, formado pelo decálogo de tecnologia responsável, a seleção de ferramentas digitais gratuitas e úteis e a peça de divulgação da XEGA.
Por que é importante
- Conectamos realidades locais e globais.
- Promovemos uma cidadania crítica e comprometida.
- Contribuímos para um futuro mais justo e sustentável.
Amazônia viva · Escolas que conectam · Jovens que agem
O que traz para a escola
A proposta é pensada como sequência didática e Serviço Comunitário para o 8.º e o 9.º ano, e deixa na escola produtos reais criados pelos alunos a serviço de toda a comunidade escolar.
Em alguns casos a oficina é gratuita para a escola (quando é financiada por uma prefeitura ou entidade); nos demais, consulte-nos.
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Fundamental I (a partir do 3.º ano) e Fundamental II
A floresta também é assunto nosso: clima, resíduos e cuidado com o território
O que fazemos aqui se sente lá, e o que acontece lá chega até nós.
Observamos · Medimos · Comparamos · Agimos
- PúblicoDo 3.º ano do fundamental ao 9.º ano (adapta-se à idade)
- DuraçãoUm encontro de 1 h 30 min, ou três encontros se for trabalhado como projeto
- FormatoOficina na sala de aula, com opção de saída ao entorno da escola
- MetodologiaTrabalho em grupos · Materiais dos professores indígenas · Comparação entre o entorno da escola e a Amazônia
Educação ambiental com uma diferença: não falamos da Amazônia como um documentário distante, mas a partir do que contam e ensinam as escolas indígenas com as quais trabalhamos. Os alunos comparam o seu entorno com o vale do Juruá e descobrem que os dois estão ligados pelo clima, pela água e pelo que consumimos.
O que trabalhamos
- Clima e efeito estufa, explicado com exemplos que se veem e se tocam.
- Resíduos e consumo: de onde vêm as coisas e para onde vão quando as jogamos fora.
- Água, floresta e biodiversidade: por que a floresta regula a chuva muito além de suas fronteiras.
- O que podemos fazer na escola, em casa e no município, sem cair no «não adianta nada».
Como acontece
Olhar o nosso entorno
- O que temos por perto: árvores, água, resíduos, energia.
- O que mudaria se desaparecesse.
Olhar o Juruá
- Como vivem, o que cuidam e o que os ameaça nas comunidades Puyanawa e Nukini.
- Materiais feitos pelos próprios professores indígenas.
Agir
- O grupo escolhe uma ação concreta e realista para a escola ou o município.
- Combina-se como verificar se funciona.
Resultado esperado
Um compromisso de ano letivo, pequeno e verificável, e a consciência de que o cuidado com o território não é assunto de outros países: começa no pátio da escola.
Em alguns casos a oficina é gratuita para a escola (quando é financiada por uma prefeitura ou entidade); nos demais, consulte-nos.
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Jovens e famílias · do 5.º ao 9.º ano
Telas com critério: jovens e famílias diante dos dispositivos e das redes
Não se trata de proibir, e sim de decidir.
Escutamos · Entendemos · Decidimos · Combinamos
- PúblicoAlunos do 5.º ao 9.º ano e suas famílias
- DuraçãoUm encontro com os alunos e uma roda de conversa com as famílias (1 h 30 min cada)
- FormatoOficina na sala de aula e encontro aberto para famílias na escola
- MetodologiaCasos reais · Debate · Acordos escritos entre filhos e famílias
Uma oficina de prevenção sobre o uso de celulares, videogames e redes sociais, com um olhar que você não encontra em outros lugares: contamos também o que está acontecendo nas aldeias da Amazônia, onde a internet chegou de uma vez há poucos anos e as comunidades estão decidindo agora mesmo como conviver com ela. Ver-se de fora ajuda a se entender.
O que trabalhamos
- Tempo e descanso: quantas horas, em que horário e como isso afeta o sono e a atenção.
- Como os aplicativos são feitos para que seja difícil largá-los.
- Privacidade: o que compartilhamos sem perceber e quem pode ver.
- Conteúdos que fazem mal, contatos desconhecidos e golpes: o que fazer e a quem contar.
- Comparação e pressão do grupo: o que se vê nas redes não é a vida de ninguém.
- O que acontece na Amazônia com a chegada da internet por satélite: o que é bom e o que se quebrou.
Como acontece
Com os alunos
- Partimos do uso que eles já fazem, sem julgamentos nem sermões.
- Casos reais para decidir em grupo o que fariam.
- Cada turma escreve seus próprios acordos.
Com as famílias
- O que se pode esperar em cada idade e o que não.
- Ferramentas de controle e, sobretudo, como conversar sobre o tema em casa.
- Levam um modelo de acordo familiar para assinar com seus filhos e filhas.
Resultado esperado
Acordos concretos de sala de aula e de casa, escritos e revisáveis, em vez de proibições que duram uma semana.
Em alguns casos a oficina é gratuita para a escola (quando é financiada por uma prefeitura ou entidade); nos demais, consulte-nos.
Como solicitar uma oficina
- Conte-nos o que você precisaPreencha o formulário indicando a escola, os anos e qual oficina interessa.
- Combinamos juntosAjustamos datas, turmas e conteúdos ao seu planejamento e ao seu entorno.
- Fazemos a oficina na escolaVamos até a sua sala com todos os materiais. Só são necessários projetor ou tela, áudio e espaço.
Em alguns casos a oficina é gratuita para a escola (quando é financiada por uma prefeitura ou entidade); nos demais, consulte-nos.
Nossa trajetória com as escolas
Desde 2017 fizemos oficinas de sensibilização, palestras, contação de histórias, trocas de cartas e videoconferências em escolas da Catalunha, além de oficinas ambientais e de sustentabilidade nas escolas indígenas da Amazônia. As oficinas que aparecem acima são a oferta atual; as demais atividades e projetos de sala de aula são organizados dentro do acompanhamento às escolas da Rede.
Você pode ver em detalhe o que fizemos nos últimos anos letivos no relatório da Rede e no itinerário das escolas.
Tem dúvidas ou quer outra proposta?
Se a sua escola busca uma atividade diferente —uma palestra, uma contação de histórias, uma videoconferência com uma escola da Amazônia ou um projeto de sala de aula para o ano todo—, escreva para nós e estudamos isso com você.

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